A alíquota do IOF (Imposto sobre Operação Financeira) deve cair de 3% para 1,5%, reduzindo assim as parcelas dos financiamentos e empréstimos.
A diferença na prestação do financiamento de R$ 20 mil para a compra de um carro é de R$ 9,53 com a redução do IOF, gerando uma economia de R$ 456 no final do parcelamento.
A medida, que deve ser anunciada nos próximos dias, visa incentivar o consumo e proteger a economia brasileira da crise mundial. “Até abril, o IOF era de 1,5% e o governo decidiu pelo aumento para conter o consumo e a inflação. Agora, ele segue o caminho inverso, o que é uma medida acertada. Eu espero que o comércio aproveite o gancho para reduzir os juros”, disse o economista José Dutra Sobrinho. Para Miguel de Oliveira, vice-presidente da Anefac (Associação Nacional de Executivos de Finanças), a medida vem com dois meses de atraso. “O Brasil já está crescendo menos e a crise lá fora é muito séria. O cenário economico já indicava, há dois meses, que o IOF precisava de uma redução”, disse. A Associação Comercial de São Paulo elogiou a intenção.
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