COMENTÁRIOS FAÇA SEU COMENTÁRIO!

500 caracteres disponíveis

Todos os comentários publicados no site do Diário de São Paulo só serão publicados após avaliação da equipe web, o que pode gerar atraso na liberação de algumas mensagens.
Mensagens ofensivas, ou com palavras de baixo calão não serão publicadas.
O Diário de São Paulo não se responsabiliza legalmente pelo conteúdo dos mesmos.
Ao publicar mensagens no site do Diário de São Paulo, o internauta autoriza imediatamente a publicação do mesmo na edição impressa.
É fundamental que o nome completo e os dados de contato (e-mail) estejam corretos.
O Diário de São Paulo dá-se ao direito de não publicar mensagens suspeitas de spam, ou que contenham qualquer forma de discriminação.
Termos chulos ou ofensivos serão barrados.

codigo

aceito as cláusulas da politica de privacidade

Diário de São Paulo

VERSÃO
IMPRESSA
VERSÃO
IPAD
QUARTA-FEIRA
23 MAIO
dia a dia
23/02/2012 21:20

Mãe diz que deu veneno à filha sem querer

Contadora muda a versão e diz que confundiu remédio com pesticida, ao contrário do depoimento do dia 21 Redação
jornalismo@bomdiasorocaba.com.br

A contadora Thaís Helena Ferreira, 29 anos, acusada de tentar matar a própria filha de 3 meses, mudou a versão do fato nesta quinta-feira (23). Segundo a delegada-titular da DDM (Delegacia de Defesa da Mulher) de Sorocaba, Jaqueline Liliam Barcellos Coutinho, ela negou ter conhecimento do conteúdo do frasco que usou para medicar a filha. “Confundi o remédio para cólica com o pesticida”, afirmou ela, chorando em vários momentos.

O depoimento contradiz o que falou para o médico do Hospital Regional, Rafic Ayub, e para a delegada Simona Ricci, na madrugada de terça-feira, 21, dia que foi indiciada e presa.

A mãe afirmou à polícia que rejeita a criança desde o seu nascimento e que colocou “certa quantidade de pesticida” no leite da mamadeira para fazer sua filha dormir. O pai, Douglas Ramos, 31, ouviu a menina chorar e quando foi ao seu encontro, percebeu um forte odor na mamadeira e na boca da criança. Desesperado, levou a menor para o hospital.

Depois do relato da mãe, fez lavagem estomacal na criança, que deu entrada com convulsão. No dia seguinte, o pai afirmou que ficou “revoltado com o que a imprensa noticiou sobre sua mulher”. “Do jeito que estão publicando, colocam minha mulher como assassina. Ela não é. Confundiu o frasco. O pesticida estava no mesmo armário dos remédios”, diz.

A delegada vai ouvir o pai e as avós da bebê. Ela tem oito dias para finalizar o inquérito.

 

notícias relacionadas + NOTICIAS Comentários Comente Carregando...