COMENTÁRIOS FAÇA SEU COMENTÁRIO!

500 caracteres disponíveis

Todos os comentários publicados no site do Diário de São Paulo só serão publicados após avaliação da equipe web, o que pode gerar atraso na liberação de algumas mensagens.
Mensagens ofensivas, ou com palavras de baixo calão não serão publicadas.
O Diário de São Paulo não se responsabiliza legalmente pelo conteúdo dos mesmos.
Ao publicar mensagens no site do Diário de São Paulo, o internauta autoriza imediatamente a publicação do mesmo na edição impressa.
É fundamental que o nome completo e os dados de contato (e-mail) estejam corretos.
O Diário de São Paulo dá-se ao direito de não publicar mensagens suspeitas de spam, ou que contenham qualquer forma de discriminação.
Termos chulos ou ofensivos serão barrados.

codigo

aceito as cláusulas da politica de privacidade

Diário de São Paulo

VERSÃO
IMPRESSA
VERSÃO
IPAD
QUARTA-FEIRA
23 MAIO
viva
03/02/2012 20:33

Veterinária dá dicas para ajudar seu pet idoso

Um cachorro de porte grande, como um boxer, por exemplo, vive em média entre 8 e 12 anos; saiba mais Camila Turtelli
camila@bomdiabauru.com.br
Juliana Lobato/Agência BOM DIA Cachorro Yuri: 16 anos caninos muito bem vividos Cachorro Yuri: 16 anos caninos muito bem vividos

Animais de estimação, como gatos e cachorros, têm uma expectativa de vida bem menor que a dos humanos.

Um cachorro de porte grande, como um boxer, por exemplo, vive em média entre 8 e 12 anos. Já um gato que completar 20 anos poderá ser considerado uma raridade entre a espécie.

“Eles vão envelhecendo gradativamente, sendo que as raças de grande porte chegam à idade avançada mais rapidamente que as de pequeno e médio porte”, explica a veterinária Simone Cristina Poli Fabri.

Por isso, é mais do que comum criadores presenciarem a terceira idade dos seus amigos de quatro patas. Essa é uma fase que exige cuidados especiais e mudanças na rotina da casa.

Geralmente, o difícil é saber quando esse momento realmente chegou.

“Isso muitas vezes acaba acontecendo sem que o dono perceba. Porém, fique de olho: dificuldade de locomoção, deficiência visual e auditiva, além de alterações do comportamento podem significar que os pets já estão se tornando senhores de muito respeito”, avisa Simone.

Mestiço de boxer com cocker, Yuri é um cachorro que teve a sorte de ser adotado por uma família que sempre esteve disposta a dar a ele toda a atenção necessária. E hoje, aos 16 anos, essa disposição é dobrada.

O aposentado Jairo Machuca sabe bem que Yuri já é um idoso e, por isso, o trata com respeito. “Antes, eu corria quilômetros com ele. Hoje, sei que ele só consegue ir até a esquina e no ritmo dele”, conta.

Além disso, Yuri recebe o veterinário em casa para manter em dia suas vacinas e exames, além de ter uma alimentação especial. Para um cachorro do porte dele, é um recordista de longevidade, graças aos cuidados que recebe em casa.

O que fazer /Quando o animal entra na terceira idade, alguns cuidados especiais são necessários, como mudanças na alimentação, troca do local onde o animal vive (quando se trata de cães de grande porte), visitas frequentes ao veterinário para a realização de exames preventivos e muita atenção e carinho.

“Pesquisas na área de nutrição animal estão evoluindo a cada dia mais. Hoje, temos um mercado muito competitivo de rações de excelente qualidade que visam aumentar a sobrevida e dar mais qualidade para eles, pois são compostas por nutrientes específicos para cada fase da vida do animal”, diz a veterinária.

Passeio é uma atividade fundamental na vida dos cachorros. Mas, assim como Yuri, os mais velhinhos devem fazer caminhadas mais leves e evitar horários quentes ou frios do dia. Vale até colocar roupas quando necessário.

Um animal de idade avançada costuma fazer mais horas de sono contínuo. “Mas se isso estiver associado a falta de apetite, vômitos  ou diarréia, pode indicar algum problema”, avisa Simone. E a veterinária completa: “Dificuldade de locomoção também pode ser um problema –   ainda maior em raças de grande porte. Essa alteração pode levar a muita dor e diminuir a qualidade e o tempo de vida do animal”.

Para uma boa velhice

Visitas ao veterinário para receber orientações com relação a cuidados especiais e também para realização de exames que podem ser de grande utilidade.

Uma alimentação com ração específica para a fase da vida do animal que seja de boa qualidade

Carinho e nunca se esquecer que o pet continua sendo o mesmo de quando era filhote, só que agora com limitações e cuidados especiais

notícias relacionadas + NOTICIAS Comentários Comente Carregando...