Maria Aparecida Flausino perdeu sua filha no dia 06 de janeiro, vítima de parada cardiorrespiratória. A família de Avaré vive um drama familiar em Botucatu, por uma falha de comunicação entre o hospital e o IML, a autópsia foi realizada em Avaré novamente e constatou no exame que todos os órgãos haviam sido retirados.
A mãe da vítima é analfabeta e diz que pode ter sido enganada ao assinar documento. O médico legista Paulo Novaes Dias Filho, afirma que por se tratar de uma faculdade de medicina, o material poderia ser utilizado para estudos, mas que para isso, uma autorização da família é necessária.
Em nota divulgada pela assessoria do Hospital das Clínicas, nesta segunda-feira (16), o local admite que os órgãos da paciente estão na unidade, mas que o pedido de retirada veio do Instituto Médico Legal de Botucatu.
O responsável pelo IML de Botucatu, disse que não houve esse pedido, mas que na universidade, o procedimento é rotina. Um boletim de ocorrência foi registrado na polícia de Avaré, que vai investigar o caso.
*Com informações da TV Tem.
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