Maurício Shogun durante o combate contra Dan Henderson
Dana White confirmou: Quinton Rampage Jackson e Maurício Shogun farão uma esperada revanche. Os dois já se enfrentaram na época do Pride, e o brasileiro levou a melhor.
O chefão do UFC não deu local e data, mas disse que a luta será no verão. Mas no verão deles, americanos, o que significa inverno por aqui, o que significa que pode ser que seja no evento que vai marcar a final do "The Ultimate Fighter".
Ou seja, pode ser que seja em São Paulo ou no Rio de Janeiro, ainda não se bateu o martelo em relação a isso - por mais que White tenha dito, na segunda-feira, que existe uma chance muito boa de ser, novamente, na cidade carioca, já que a coisa anda enrolada na paulista.
Ou seja, se for, mesmo, vai ser um card sensacional, lembrando, claro, que Anderson Silva x Chael Sonnen e Vitor Belfort x Wanderlei Silva já estão confirmadas.
A revanche será a última luta de Rampage. Ele mesmo já disse isso. Depois da derrota para Ryan Bader, em fevereiro, ele sinalizou isso e, mais, começou a criticar duramente o UFC, falando em "escravidão" e que "haviam lhe tirado o prazer de ser lutador".
Ou seja, o americano fará o combate, previsto no contrato, e, provável e possivelmente, adeus.
A situação do brasileiro não é determinante, claro, mas também inspira cuidados. Shogun não vem convencendo como deveria - e, aposto, nem como queria - desde que perdeu o cinturão dos meio-pesados (até 93 kg) para Jon Jones.
Até venceu Forrest Griffin, em agosto de 2011, no Rio, mas não fez uma apresentação convincente. Depois, foi derrotado por Dan Henderson, num combate em que apanhou muito nos três primeiros rounds, principalmente, mas bateu bastante nos dois últimos. No fim, teve até quem defendesse um empate (ou, até, vitória do brasileiro), Dana White foi um dos que levantaram essa bandeira, inclusive.
Enfim, é importante que Shogun vença essa luta. Até porque, em caso de revés, pode pegar a clássica "perdeu para um sujeito aposentado", blá-blá-blá. E, no mundo comercial do UFC, você serve para os caras enquanto está bem, midiático, trazendo retorno.
No octógono, o brasileiro é mais do que favorito, em todos os aspectos. Só tem de confirmar essa posição. Mais do que nunca.
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