Os tais treinos abertos do UFC são muito legais. De verdade. Que o diga Chad Mendes, que disse que treinar na praia da Barra da Tijuca, no Rio, na semana do UFC Rio 2, foi uma das experiências que ele guardará para sempre na cabeça.
Não é para menos. A paisagem natural, além das belas mulheres cariocas, inspiram qualquer um. Mais do que isso. Por mais que tenha desembarcado no Brasil com um discurso agressivo, de tirar o cinturão de José Aldo no "quintal da casa dele", Mendes sempre foi bem recebido por aqui.
(O discurso, evidentemente, acabou no exato momento em que ele recebeu uma joelhada e foi nocauteado pelo brasileiro, a quem reverenciou, depois, e chamou de "grande campeão".)
Mas, aos treinos. Os desta semana foram, ao que parece, fechados ao público. Teve a presença da imprensa, apenas. Já é bacana. O futebol sempre fez isso, abrir os treinos. É importante. Traz uma visão diferente, você percebe quando o cara acerta um golpe numa luta porque treinou exaustivamente aquilo.
Enfim, essa medida, na verdade, é uma coisa muito presente nos esportes americanos, em geral. Quando se vai numa etapa da Nascar, por exemplo, um dos mais populares por lá, é possível comprar ingresso para ficar no box das equipes. A ideia é aproximar cada vez mais o atleta do fã. É uma baita coisa legal.
O UFC tem essa ideologia. Tenta fazer isso. Ainda tenta quebrar alguns tabus, e faz parte do processo ser simpático, digamos assim. O treino desta quinta-feira foi em uma academia de boxe, em Chicago. Parece aqueles lugares onde o Rocky treinava, nos filmes. Cenário mais do que ideal.
Demian Maia no treino aberto do UFC
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