Quando uma competição importante chega à última rodada, todo mundo gosta de arriscar seus palpites. Eu não sou diferente dos outros: cada vez que olho para a tabela do Campeonato Brasileiro, fico imaginando o que o futuro reserva para Corinthians, Palmeiras, São Paulo, Vasco, Cruzeiro...
Mesmo ciente de que sou um péssimo apostador e são grandes as chances de eu me estrepar, vou bancar a Mãe Dináh — com a esperança de o amigo leitor desta coluna não me levar mais a sério do que mereço.
Vou começar pelo mais importante: o Corinthians será o campeão brasileiro de 2011. E escrevo isso mais por convicção de que o Vasco não terá forças para vencer o Flamengo do que por confiar na equipe alvinegra, bem treinada pelo Tite.
O Palmeiras sempre foi uma pedra no sapato do Corinthians e vai entrar no Pacaembu com a disposição de apagar um ano inteiro de más notícias em 90 minutos. Além disso, o líder do Brasileiro não poderá contar com Ralf e Emerson, peças fundamentais da engrenagem.
A questão é que o Vasco já vem se superando nas últimas semanas e, depois da dura queda na Sul-Americana, dificilmente terá condições de se reerguer diante de um Flamengo descansado e com a obrigação de pelo menos empatar para se garantir na Taça Libertadores.
Na minha “bola de cristal”, vejo também cenário tenebroso para o Cruzeiro. O time celeste está fadado a descer a ladeira e pelas mãos do inimigo. Não acho que o Bahia, já livre do risco de degola, vá facilitar a vida do Ceará. Mas também não enxergo motivo para a equipe do Joel Santana se dedicar ao máximo e ajudar o Cruzeiro.
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