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19 JUNHO
26/07/2012 00:29

Tricolor reagiu, mas ficou na derrota

Randes Nunes/Fotoarena Tricolor reagiu, mas ficou na derrota São Paulo reagiu, mas não conseguiu impedir a derrota para o Atlético-GO

Depois de começar a noite como se estivesse em um pesadelo, o São Paulo conseguiu evitar um vexame, mas não a derrota por 4 a 3 para o Atlético-GO, nesta quarta-feira, no Serra Dourada. Foi o quinto tropeço do Tricolor no Campeonato Brasileiro. A  equipe iniciou mal o jogo e pagou o preço para o até então lanterna da competição.

Com 19 pontos, o Tricolor viu os líderes da tabela se distanciarem ainda mais, assim como a zona de classificação à Libertadores. Já o Dragão foi dormir com a satisfação de conquistar sua segunda vitória no torneio.

Sem Lucas, com a seleção brasileira em Londres, e Luís Fabiano, vetado por causa de uma contratura na coxa esquerda, o São Paulo bateu cabeça e tornou-se presa fácil para o adversário.

Inimigo antigo
Mais uma vez, as jogadas aéreas dentro da área foram um dos pontos fracos do Tricolor. Dessa forma, o Dragão abriu a contagem. Marcos cruzou de longe e Marino subiu mais alto do que a zaga para completar de cabeça: 1 a 0.

O segundo gol veio em cobrança de pênalti. Douglas tocou em Eron, que aproveitou para cair. O juiz Emerson de Almeida apontou a penalidade e Márcio não desperdiçou: 2 a 0.

A situação, que já estava difícil, piorou aos 30. Marcos cruzou pela direita e Patric, de cabeça, completou: 3 a 0.

O Tricolor descontou com Ademilson, aos 41, mas a festa foi curta. Dois minutos depois, Wesley ampliou: 4 a 1.

A surra fez o São Paulo mudar de postura depois do intervalo. Casemiro sofreu pênalti e Jadson cobrou para diminuir. Toloi deu sua contribuição, marcando seu primeiro gol com a camisa do Tricolor: 4 a 3.

O São Paulo passou a ameaçar mais. Nos últimos 15 minutos, colocou pressão, criou oportunidades e deu trabalho para o goleiro Márcio. Mesmo assim, não evitou o desfecho fatídico e terá muita coisa para Ney Franco consertar antes do confronto de domingo contra o Flamengo, no Morumbi.

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