Diário de S. Paulo

09/01/2018 - 18:04

Pequenos chefs são confeiteiros no SBT

Carol Fiorentino comanda versão infantil do 'Bake Off Brasil', que estreou no último sábado com 16 crianças de idades entre 8 e 12 anos

Por: Gabriel Sobreira/Agência O Dia
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Foto: /Divulgação/SBT

Nestas férias, as crianças vão mostrar que entendem tudo de doce no "Júnior Bake Off Brasil", que estreou no último sábado, às 21h30, no SBT. "Cresci na cozinha, brinco que minha primeira aventura foi lavar arroz, escolher feijão (risos). Acho que existem diversas atividades das quais as crianças podem participar de uma forma natural na cozinha (quebrar ovos, peneirar farinha), que não têm nenhum perigo", conta Carol Fiorentino, apresentadora da atração. O grande vencedor receberá o troféu de melhor pequeno confeiteiro do Brasil.

Ao lado da chef confeiteira Beca Milano e do empresário Fabrizio Fasano Jr, Carol recebe 16 pequenos talentos, com idades entre 8 e 12 anos. O grupo foi selecionado de um total de 10 mil inscritos. "Já esperava que muitas crianças se interessassem. A cozinha consegue ser um lugar mágico, onde você mistura ovos, farinha, açúcar e fermento, que se transformam em um lindo e fofinho bolo. Isso é mágico", orgulha-se Carol.

O cenário foi todo decorado com temas infantis e lúdicos para deixar os futuros confeiteiros bem à vontade. A ideia, segundo a produção, é que as crianças se divirtam acima de tudo. Até as provas foram selecionadas com essa intenção de ser quase uma brincadeira. "Ficamos o tempo inteiro na tenda, eu e toda a equipe de culinária, orientando e ajudando as crianças", conta a apresentadora. "Amo ser a tia dos bolos. Não tenho filhos, mas tenho 11 sobrinhos e um 'imã' para crianças (risos)".

Para os pais ou responsáveis de crianças de todas as idades, Carol dá uma dica. "Que cozinhem junto com seus filhos, que não façam da cozinha um evento e sim algo cotidiano, que a criança faça parte do preparo da refeição, que veja os ingredientes, experimente enquanto prepara. Minhas maiores lembranças são na cozinha da minha avó, catando feijão e ouvindo as histórias que minha avó contava, ou ouvindo a 'conversa de adulto'. Tenho certeza que muita gente tem a mesma lembrança", frisa.


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