Diário de S. Paulo

11/01/2018 - 16:24

Quem for viajar terá de tomar a vacina inteira

No ato da imunização, viajantes devem apresentar comprovante para receber dose de 0,5 ml. Dose fracionada não será aceita, de acordo com a Anvisa

Quem vai viajar para áreas que exigem o CIVP (Certificado Internacional de Vacinação ou Profilaxia) deve tomar a dose inteira da vacina da febre amarela (0,5 ml), e não a fracionada, de 0,1 ml, que será aplicada em alguns estados do país a partir de fevereiro, como São Paulo.

"Não será emitido CIVP, em hipótese alguma, para quem apresentar comprovante de vacinação com etiqueta referente a dose fracionada", informou a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).

O certificado de vacinas é emitido pela agência e comprova a imunização contra doenças. A página da Anvisa lista quais países exigem o documento (https://viajante.anvisa.gov.br/viajante/).

Desde julho do ano passado, o Brasil passou a exigir apresentação de comprovante de viagem para que a vacina seja aplicada.

A regra também vai valer para a dose padrão, que será aplicada gratuitamente em postos de vacinação com a apresentação do comprovante da viagem.

A agência lembra que as vacinas têm um período para atingir a proteção esperada, que pode variar entre dez dias (no caso da febre amarela) e seis semanas para ficar imune de outras doenças.

"No caso da vacinação contra febre amarela, o não cumprimento do prazo de proteção pode impedir sua entrada em alguns países. Por isso, vacine-se com antecedência", disse a agência.

Além de viajantes internacionais, continuam a receber a dose padrão crianças de 9 meses a até 2 anos e gestantes após orientação médica. /G1


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