Diário de S. Paulo

29/12/2017 - 18:27

Polícia prende três por roubo de estepe em aeroporto

Quadrilha furtou ao menos 40 itens dos veículos que ficam estacionados no Internacional de Guarulhos. Sete foram detidos ao longo da investigação

Foto: /Reprodução

A Polícia Civil prendeu na madrugada desta sexta-feira (29) três homens que atuavam roubando estepes de veículos no Aeroporto Internacional de Cumbica, em Guarulhos, na Grande São Paulo.

A polícia começou a monitorar a quadrilha após receber a informação de uma onda de furtos de estepes no estacionamento. Desde o início do ano, foram ao menos 40 estepes levados pela quadrilha de carros estacionados no local.

Imagens do circuito de segurança mostram que os ladrões agem em dupla. Eles chegam em um carro e encostam ao lado do veículo para roubar. Um homem desce e fica olhando se não há ninguém por perto, enquanto o outro se abaixa e, em menos de um minuto, tira o estepe.

Os ladrões colocam o pneu roubado no banco de trás e vão embora.

Ao todo, sete ladrões foram presos durante o ano pelo crime. Quatro deles aparecem nas imagens e estão entre os presos. Eles respondem por mais de 20 furtos.

O trio preso em flagrante, no estacionamento do Terminal 3 de Cumbica, já tinham até retirado o estepe de um carro quando foram surpreendidos. Um deles foi reconhecido por um funcionário.

O custo do estacionamento no Aeroporto de Guarulhos é de R$ 60 por dia. Os policiais dizem que a responsabilidade pela segurança no espaço é da Estapar, empresa que administra o estacionamento.

A empresa diz que preza pela segurança dos clientes e que atua com a segurança do aeroporto para coibir crimes. Na manhã de sexta, havia um segurança no local.

INVESTIGAÇÃO/Os investigadores identificaram alguns carros usados pelos assaltantes e dizem que eles são de São Miguel Paulista, na Zona Leste.

De acordo com a Polícia Civil, a dificuldade para coibir o crime é que após as prisões não chega a demorar nem um mês para as quadrilhas voltarem a agir.

Agora, a polícia investiga para quem os criminosos vendem os produtos furtados./Portal G1


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