Diário de S. Paulo

26/08/2017 - 17:12

Idosos poderão sacar PIS e Pasep após outubro

Mulheres com mais de 62 e homens acima de 65 que trabalharam de 1971 a 1988 e não sacaram todos os recursos têm direito a receber. O dinheiro poderá cair direto na conta corrente ou poupança do beneficiário

Por: Agência O Dia

Foto: / Reprodução

A partir de outubro, mulheres com mais de 62 anos de idade e homens acima dos 65 anos terão direito a R$ 15,9 bilhões do PIS/Pasep. A boa notícia para cerca de 7,8 milhões de idosos é que a grana poderá cair direto na conta corrente ou poupança, ou sair em folha de pagamento.

O calendário de saques ainda será detalhado pelo governo. Mas já se sabe que os pagamentos vão de outubro deste ano até março de 2018. O cronograma será similar ao da liberação das contas inativas do FGTS. Ou seja, pela data de aniversário dos cotistas.

Na hipótese do crédito automático, o beneficiário poderá solicitar a transferência do valor para outra instituição financeira, em até três meses após o depósito.

A Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil definirão como será esse procedimento, quanto ao pagamento do PIS e ao Pasep, respectivamente. A expectativa é de que a maioria dos cotistas receba em média R$ 750.

Independentemente da solicitação do cotista, a partir de outubro os saldos das contas individuais ficarão disponíveis. O cronograma de liberação do dinheiro será definido pelas instituições financeiras.

Para saber se tem saldo no PIS/Pasep, os trabalhadores da iniciativa privada devem procurar a Caixa Econômica Federal (PIS), enquanto os servidores e empregados públicos, devem recorrer ao Banco do Brasil (Pasep). Em caso de morte do titular da conta individual, o saldo do benefício será disponibilizado a seus herdeiros.

Tem direito ao PIS/Pasep quem trabalhou como contratado em uma empresa ou como servidor público de 1971 a 4 de outubro de 1988 e não sacou todos os recursos.

Antes da medida provisória, a pessoa só poderia sacar o dinheiro aos 70 anos. Também tem direito o trabalhador que se aposenta, em casos de invalidez, HIV, câncer, doenças graves e em caso de morte.


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